22/04/2026
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Frentista morre em ritual com pólvora

Uma frentista de 26 anos morreu na madrugada de segunda-feira, 20 de abril, após sofrer queimaduras durante um ritual religioso em Araraquara, interior de São Paulo. A vítima foi identificada como Joselia Santos Oliveira.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, a mãe de Joselia relatou à polícia que o acidente aconteceu na noite de sexta-feira, 17 de abril, em um terreno baldio na Rua Pedro Sanches Alcaras, na área rural da cidade. A informação que recebeu foi de que a filha sofreu queimaduras durante o ritual.

A jovem foi levada inicialmente a um hospital na cidade vizinha de Américo Brasiliense. Sua mãe disse aos policiais que foi até o local e conversou com Joselia. A vítima contou que, ao realizar a queima de pólvora, deixou o material cair das mãos, o que provocou um incêndio. As chamas a atingiram no tórax e no rosto.

No sábado, 18 de abril, a condição de Joselia exigiu sua transferência para a Santa Casa de Araraquara. Ela ficou internada na Unidade de Terapia Intensiva da instituição, mas não resistiu aos ferimentos graves e morreu na madrugada de segunda-feira.

A reportagem entrou em contato com a Santa Casa de Araraquara para obter mais informações, mas não recebeu retorno até o momento da última atualização da notícia.

A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo confirmou a morte de Joselia por queimaduras sofridas em um ritual religioso. O caso foi registrado como morte suspeita na Delegacia de Polícia de Araraquara e segue sob investigação.

Em nota, a Funerária Terezinha de Jesus informou que o velório de Joselia foi realizado na manhã de terça-feira, 21 de abril, no Memorial Bom Pastor. O sepultamento aconteceu no Cemitério Bom Pastor, ambos localizados em Ribeirão Preto, cidade onde a família da frentista reside.

A morte da jovem frentista chocou a comunidade local e levantou discussões sobre a segurança em práticas que envolvem materiais inflamáveis. Autoridades policiais devem continuar a apurar as circunstâncias exatas do acidente para esclarecer o fato.

Acidentes domésticos e em contextos comunitários com materiais como pólvora não são incomuns e frequentemente resultam em ferimentos graves. Especialistas em segurança sempre alertam para a necessidade de extremo cuidado e, preferencialmente, a supervisão de pessoas treinadas ao manusear produtos perigosos.

A região de São Carlos e Araraquara tem registrado outros eventos de destaque recentemente. Uma pesquisa da Unesp apontou que plantas podem absorver metais pesados de lama de barragem, auxiliando na recuperação de áreas degradadas. Na cena cultural, bandas do interior de SP têm investido valores que chegam a R$ 40 mil para lançar álbuns em vinil, buscando uma experiência única para os fãs. Além disso, um incidente durante as Economíadas levou à evacuação de um ginásio após um estudante acender um sinalizador, mostrando os perigos de se brincar com artefatos pirotécnicos em locais fechados.

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Sobre o autor: Sofia Almeida

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