08/03/2026
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A situação não é favorável para o início da campanha de Lula à reeleição. Seu grupo demora para reconhecer os problemas e agir de forma unida.

Falta um coordenador com influência sobre o presidente. Seus auxiliares dizem que Lula tomará as decisões no momento que considerar certo.

Enquanto isso, a CPMI do INSS ganha contornos de uma CPMI do Lulinha. A relação com o Congresso piora, e as definições sobre cargos e candidaturas apoiadas acontecem sem ritmo definido.

Ontem, Lula se reuniu com as pessoas que devem integrar sua campanha em São Paulo. Tudo indica que Fernando Haddad será candidato ao governo do estado.

Simone Tebet deve ser a candidata ao Senado apoiada por Lula. O vice-presidente Geraldo Alckmin, que deve integrar a chapa à reeleição, pode atuar como coordenador da campanha no estado.

Se confirmado, esse arranjo seria o início da montagem da campanha de Lula em todo o país, a menos de um mês do prazo para desincompatibilizações.

A oposição já está mais adiantada na formação de alianças, como mostrou o mapa apresentado por Flávio Bolsonaro na semana passada.

O ano começou com desgaste na avaliação de Lula, medido em pesquisas. Além do episódio do carnaval, a associação dos escândalos do INSS e da Master ao Executivo contribui para aumentar sua rejeição.

Lula e sua equipe demoram a agir para controlar essa crise. Ele não se reuniu com os presidentes da Câmara e do Senado após voltar de viagem ao exterior.

De pouco adianta ele dizer publicamente que seu filho deve dar explicações se for preciso. A ideia de associação de sua família a escândalos já está presente entre muitos eleitores.

Subestimar o efeito desse tipo de assunto é visto como um erro grave.

Davi Alcolumbre já deu recados de que está insatisfeito e quer conversar. Não se trata de atender a mais demandas, mas a falta de um canal de diálogo direto com a liderança do Legislativo pode ser um problema para o governo.

O resultado é que o Planalto frequentemente é pego de surpresa com derrotas. Não controla nem a agenda de projetos que pretende usar na campanha, como o fim da jornada 6×1 e a PEC da Segurança.

Esses projetos dependem mais do presidente da Câmara, Hugo Motta, do que de Lula e seus ministros.

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Sobre o autor: Sofia Almeida

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