29/06/2026
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Tanikyta: look de onça e berrante fazem sucesso em corrida

Tanikyta: look de onça e berrante fazem sucesso em corrida

Tanikyta, nome artístico de Tânia Regina Souza da Silva, de 48 anos, foi a sensação da Corrida Agro realizada no último domingo (28) em Aquidauana. Vestida dos pés à cabeça com roupas de onça-pintada e carregando um berrante, ela chamou a atenção dos participantes e ainda levou a família inteira para o percurso. Moradora de Campo Grande, Tânia trabalha na construção civil e, fora dos canteiros de obras, leva alegria por onde passa.

Apaixonada por onça-pintada, ela conta que o gosto começou com ela e acabou contagiando toda a família. “Quem gosta de onça-pintada sou eu. Aí, do nada, todos começaram a gostar também”, disse ao Lado B. A paixão virou quase um uniforme familiar. Tânia começou comprando peças com estampa de onça para ela, depois para os filhos, netos, genros, nora e até amigas. Hoje, quando alguém da família vê algum item com a estampa, já pensa nela. “Quando não sou eu que compro, eles passam por algum lugar, veem algo de onça e já trazem para mim. E para eles também”, afirmou.

Tanikyta é mãe de três filhos: Bryan, de 31 anos, Kimberly, de 29, e Gwynever, de 21. Ela também é avó de Abnner, de 9 anos, e Helyab, de 6. A família ainda espera a chegada de Jhonn Bryan, que deve nascer em setembro. Nos eventos, a presença em grupo virou tradição. Sempre que podem, Tânia e a família participam juntos, mas ela deixa claro que o objetivo não é sofrer. “Fui para correr e zoar. O objetivo é se divertir em família”, declarou.

Durante o percurso, Tanikyta e os familiares correram, brincaram, interagiram com outros participantes, tiraram fotos, fizeram dancinhas e entraram no clima da festa. Segundo ela, a corrida é levada a sério o suficiente para ser feita, mas leve o bastante para virar memória boa. Ela relembra que a família se vestiu de onça-pintada para celebrar os 48 anos dela. Apaixonada pela vida, Tanikyta resume sua filosofia: “Não saio de casa para sofrer. Dia do corre eu não perco”.

Outras histórias de superação

Em outra reportagem, Roberto Higa disse que viveu tudo o que queria e não tem medo da morte. Já Roberto, que largou um bar, tornou-se artesão de mão cheia no mundo dos capacetes. Thauan, com um Chevette velho e sem maçaneta, calou a boca do povo com manobras de drift. A Farra das bets também foi destaque, mostrando como até luz e cor são usadas para fisgar apostadores em cassinos virtuais.

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Sobre o autor: Sofia Almeida

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